terça-feira, 18 de setembro de 2007

Fios



Fio de metal e fita com contas prateadas, amarelas e transparentes

quinta-feira, 13 de setembro de 2007

Vitória-régia



A vitória régia é uma planta aquática, típica da Região Amazônica. Suas folhas são grandes, de formato arredondado e podem chegar a um diâmetro de 2,5 metros e suportar um peso de 40 quilos em sua superfície. Sua flor de cor branca, floresce ao final da tarde e dura até, mais ou menos, às 9 horas da manhã do dia seguinte, e exala um perfume adocicado delicioso durante toda a noite. No segundo dia da florescência, dia que ocorre a polinização, a flor da vitória-régia muda de cor e se abre cor-de-rosa, para atrair os besouros polinizadores.
O nome vitória-régia foi dado pelos inglêses, em homenagem a rainha Vitória. Mas ela é também conhecida como:irupé (guarani), uapé e aguapé (tupi), aguapé assu, jaçanã, forno de jaçanã, nampé, rainha dos lagos, milho-d'água, cará-d'água e, devido a lenda indígena para o surgimento desta planta, estrela-d'água

Lenda


A lenda da vitória-régia

Os pajés tupis-guaranis contavam que, no começo do mundo, a Lua aparecia no céu para observar as índias que viviam aqui na terra e, quando ela desaparecia no horizonte, ou por trás da serra, era para viver com suas índias prediletas. Depois de algum tempo, a Lua transformava em estrela do céu a jovem que mais gostasse.
Naiá, filha do chefe e princesa da tribo, ficou impressionada com a história e passou a perseguir a Lua, todas as noites em que ela aparecia no céu. Subia e descia os montes, sempre correndo em direção à Lua, na esperança de ser notada e ser transformada em estrêla . Numa noite, Naiá estava olhando o lago, quando viu o reflexo da Lua dentro dele e, por achar que esta tinha vindo buscá-la, atirou-se na água e desapareceu. A Lua, então, querendo recompensar o sacrifício da jovem, transformou-a numa estrêla diferente das estrêlas comuns do céu, transformou-a numa
"estrêla das águas". Assim nasceu a planta cujas flores só abrem de noite, e encantam a todos com sua beleza e seu delicado e doce perfume; a nossa estrêla das águas ou vitória-régia

Brincos


Suporde de metal prata e contas peroladas

quinta-feira, 6 de setembro de 2007

Escapulário


Corrente prateada com medalha de Nossa Senhora e fitinha de organza

Brincos




Brincos dourados de contas peroladas e douradas e botão de madrepérola

Pulseira


Contas amarelas e pérolas sintéticas

Colar


Mais uma corrente de Santo Antônio

Colar



Mais uma corrente de Santo Antônio

segunda-feira, 3 de setembro de 2007

Pororoca

Pororoca, do tupi 'poro'roka, de poro'rog, estrondar.
Fenômeno natural, que ocorre, principalmente, nas mudanças das fases da lua, particularmente nos equinócios, provocando o encontro das águas do mar com as águas do rio Amazonas, formando violentas ondas, com alturas entre 3 e 5 metros e uma velocidade de 10 a 15 milhas (30 e 50 km)
A força da água é tanta que faz um barulho imenso, ajudando aos moradores da região a se prevenir e procurar um local seguro. Duas horas depois do início do estrondo, vem o silêncio total, uma grande calmaria: as aves calam e o vento parece parar de "soprar". Este é o sinal de que a onda chegou, devastando as margens do rio, derrubando e carregando as árvores e provocando algumas enchentes.
Os povos da região onde ocorre a
pororoca, vivem em perfeita harmonia com este fenômeno, que vem se tornando popular e aumentando o turismo local, graças a mais nova modalidade de surf presente no calendário deste esporte, o surf da pororoca. Vale lembrar que o evento só acontece nos locais onde as ondas são menores e menos violentas.